domingo, 7 de maio de 2017
Concurso Nacional de leitura
Decorreu no dia 5, na Mêda, a sessão distrital do Concurso Nacional de
Leitura. O nosso agrupamento esteve representado, no ensino básico pelos
alunos: Paula Oliveira, João Maia, Tomás Seabra, Ana Cláudia Silva,
Tiago Simões e Sérgio Marques. No ensino Secundário pelas alunas:
Matilde Freitas, Raquel Pereira e Raquel Paraíso.
Na parte da manhã os alunos realizaram a prova escrita e, após o almoço, teve lugar a realização da prova oral, numa sessão muito bem-disposta conduzida pelo contador de histórias, Rodolfo Castro. A Raquel Pereira foi uma das cinco alunas selecionadas (dos cerca de 50 alunos do secundário, 3 por agrupamento da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela), não tendo, no entanto, sido apurada para a fase nacional. Parabéns a todos!
AEG a LER+.
Na parte da manhã os alunos realizaram a prova escrita e, após o almoço, teve lugar a realização da prova oral, numa sessão muito bem-disposta conduzida pelo contador de histórias, Rodolfo Castro. A Raquel Pereira foi uma das cinco alunas selecionadas (dos cerca de 50 alunos do secundário, 3 por agrupamento da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela), não tendo, no entanto, sido apurada para a fase nacional. Parabéns a todos!
AEG a LER+.
sexta-feira, 28 de abril de 2017
quinta-feira, 27 de abril de 2017
quarta-feira, 26 de abril de 2017
terça-feira, 25 de abril de 2017
25 de abril | Eu Sou Português Aqui
Eu Sou Português Aqui
Eu sou português
aqui
em terra e fome talhado
feito de barro e carvão
rasgado pelo vento norte
amante certo da morte
no silêncio da agressão.
Eu sou português
aqui
mas nascido deste lado
do lado de cá da vida
do lado do sofrimento
da miséria repetida
do pé descalço
do vento.
Nasci
deste lado da cidade
nesta margem
no meio da tempestade
durante o reino do medo.
Sempre a apostar na viagem
quando os frutos amargavam
e o luar sabia a azedo.
Eu sou português
aqui
no teatro mentiroso
mas afinal verdadeiro
na finta fácil
no gozo
no sorriso doloroso
no gingar dum marinheiro.
Nasci
deste lado da ternura
do coração esfarrapado
eu sou filho da aventura
da anedota
do acaso
campeão do improviso,
trago as mão sujas do sangue
que empapa a terra que piso.
Eu sou português
aqui
na brilhantina em que embrulho,
do alto da minha esquina
a conversa e a borrasca
eu sou filho do sarilho
do gesto desmesurado
nos cordéis do desenrasca.
Nasci
aqui
no mês de Abril
quando esqueci toda a saudade
e comecei a inventar
em cada gesto
a liberdade.
Nasci
aqui
ao pé do mar
duma garganta magoada no cantar.
Eu sou a festa
inacabada
quase ausente
eu sou a briga
a luta antiga
renovada
ainda urgente.
Eu sou português
aqui
o português sem mestre
mas com jeito.
Eu sou português
aqui
e trago o mês de Abril
a voar
dentro do peito.
Eu sou português aqui
Obras de José Fanha
Eu sou português
aqui
em terra e fome talhado
feito de barro e carvão
rasgado pelo vento norte
amante certo da morte
no silêncio da agressão.
Eu sou português
aqui
mas nascido deste lado
do lado de cá da vida
do lado do sofrimento
da miséria repetida
do pé descalço
do vento.
Nasci
deste lado da cidade
nesta margem
no meio da tempestade
durante o reino do medo.
Sempre a apostar na viagem
quando os frutos amargavam
e o luar sabia a azedo.
Eu sou português
aqui
no teatro mentiroso
mas afinal verdadeiro
na finta fácil
no gozo
no sorriso doloroso
no gingar dum marinheiro.
Nasci
deste lado da ternura
do coração esfarrapado
eu sou filho da aventura
da anedota
do acaso
campeão do improviso,
trago as mão sujas do sangue
que empapa a terra que piso.
Eu sou português
aqui
na brilhantina em que embrulho,
do alto da minha esquina
a conversa e a borrasca
eu sou filho do sarilho
do gesto desmesurado
nos cordéis do desenrasca.
Nasci
aqui
no mês de Abril
quando esqueci toda a saudade
e comecei a inventar
em cada gesto
a liberdade.
Nasci
aqui
ao pé do mar
duma garganta magoada no cantar.
Eu sou a festa
inacabada
quase ausente
eu sou a briga
a luta antiga
renovada
ainda urgente.
Eu sou português
aqui
o português sem mestre
mas com jeito.
Eu sou português
aqui
e trago o mês de Abril
a voar
dentro do peito.
Eu sou português aqui
Obras de José Fanha
Para Informação sobre o 25 de abril clica aqui (Centro de documentação sobre o 25 de abril (UC))
Dia Mundial do livro e dos direitos de autor!
O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de
Autor celebra-se hoje, em todo o mundo, mas em Portugal a efeméride associa-se
ainda aos 150 anos da abolição da pena de morte, por proposta da Direção-Geral
do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB).
Com um cartaz desenhado
pela autora Cristina Sampaio, no qual se vê um carrasco a rejeitar o ato da
morte para ler um livro, a DGLAB incita à leitura e à celebração do livro como
"um hino à vida" e, ao mesmo tempo, recorda que Portugal foi um dos
primeiros países a abolir a pena de morte, no século XIX.
O Dia Mundial do Livro
e dos Direitos de Autor é uma iniciativa internacional da UNESCO e celebrou-se
pela primeira vez em 1996, para promover o livro e leitura como ferramentas de
inclusão e de formação cívica.
Em todo o mundo, a
efeméride é assinalada com sessões de leitura, lançamentos editoriais e
atividades de aproximação do livro a leitores de todas as idades.
Por decisão da UNESCO,
este ano a capital internacional do Dia Mundial do Livro é Conacri, capital da
Guiné-Conacri.
O Dia Mundial do Livro
e dos Direitos de Autor assinala ainda a morte do autor espanhol Miguel de
Cervantes e do dramaturgo inglês William Shakeaspeare, a 22 e 23 de abril de
1616, respetivamente.
terça-feira, 11 de abril de 2017
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