quarta-feira, 15 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
Visitas Literárias e Solidárias – Leituras Cruzadas


Os
alunos de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) das turmas A, B e C do
10º Ano, em articulação com a Biblioteca Escolar (BE), deslocaram-se,
respectivamente, ao, Centro de dia da Associação de Beneficência
Popular de Gouveia (ABPG), ao Centro de Atividades Ocupacionais da ABPG e ao
Centro de Dia da Fundação “A Nossa Casa”, nos passados dias 09 e 10 de Maio,
para darem vez e voz à actividade “Visitas Literárias e Solidárias”. Entre
sorrisos, músicas, leituras e partilhas várias passaram-se alguns
momentos diferentes do habitual, tanto para os visitantes, como para os
visitados. Um autêntico encontro de gerações que proporcionou, para além dos
momentos de convívio, uma reflexão sobre o posicionamento de cada um dos
intervenientes face à(s) diferença(s) do(s) outro(s).quinta-feira, 9 de maio de 2013
Dia da espiga
Hoje é o dia da espiga, dia de ir para o campo e apanhar um "ramo de espigas" formado por:
o trigo que representa o pão;
o malmequer que representa o ouro e a prata;
a papoila que representa o amor e vida;
a oliveira que representa o azeite e a paz;
a videira que representa o vinho e a alegria;
e o alecrim que representa a saúde e a força.
Depois é só pendurar este poderoso amuleto na sua casa durante um ano... e ser feliz.
o trigo que representa o pão;
o malmequer que representa o ouro e a prata;
a papoila que representa o amor e vida;
a oliveira que representa o azeite e a paz;
a videira que representa o vinho e a alegria;
e o alecrim que representa a saúde e a força.
Depois é só pendurar este poderoso amuleto na sua casa durante um ano... e ser feliz.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Clube de leitura " Ler com todos"
Outro ótimo encontro! Bolos e chá ajudaram a entrar no clima literário. Cada um apresentou sua abordagem da obra O velho que lia romances de amor, alguns dos aspetos focados foram:
O desaparecimento, na nossa opinião, precoce do dentista Rubicundo Loachamín, logo nos primeiros capítulos, uma personagem fascinante.
As aventuras e emoções do velho Bolívar Proaño, um homem que só nos romances de amor encontra o refúgio face à barbárie humana.
O facto de não ter saído da floresta amazónica e viajar através dos livros, salientámos, a título de exemplo, o seu fascinio pela descrição da cidade de Veneza.
A linguagem realista, quase jornalística, que expressa elevado grau de visualismo nas descrições das paisagens amazónicas e nos gestos e expressões das suas personagens. Sepúlveda consegue criar no leitor, a ilusão de ser um espectador que assiste a um espetáculo ou a sensação de estar diante de um quadro. O autor prima pelas descrições da selva amazónica e pelos episódios onde mostra os conhecimentos e sabedoria dos indígenas.
O próximo encontro será em junho.
O livro selecionado foi:
O carteiro de Pablo Neruda
Boa leitura para todos nós!
O desaparecimento, na nossa opinião, precoce do dentista Rubicundo Loachamín, logo nos primeiros capítulos, uma personagem fascinante.
As aventuras e emoções do velho Bolívar Proaño, um homem que só nos romances de amor encontra o refúgio face à barbárie humana.
O facto de não ter saído da floresta amazónica e viajar através dos livros, salientámos, a título de exemplo, o seu fascinio pela descrição da cidade de Veneza.
A linguagem realista, quase jornalística, que expressa elevado grau de visualismo nas descrições das paisagens amazónicas e nos gestos e expressões das suas personagens. Sepúlveda consegue criar no leitor, a ilusão de ser um espectador que assiste a um espetáculo ou a sensação de estar diante de um quadro. O autor prima pelas descrições da selva amazónica e pelos episódios onde mostra os conhecimentos e sabedoria dos indígenas.
O próximo encontro será em junho.
O livro selecionado foi:
O carteiro de Pablo Neruda
Boa leitura para todos nós!
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Uma pequena homenagem às Mães...
Palavras para a Minha Mãe
mãe, tenho pena. esperei sempre que entendesses as palavras que nunca disse e os gestos que nunca fiz.
sei hoje que apenas esperei, mãe, e esperar não é suficiente.
pelas palavras que nunca disse, pelos gestos que me pediste
tanto e eu nunca fui capaz de fazer, quero pedir-te
desculpa, mãe, e sei que pedir desculpa não é suficiente.
às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo,
a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia
mais bonita que tenho, gosto de quando estás feliz.
lê isto: mãe, amo-te.
eu sei e tu sabes que poderei sempre fingir que não
escrevi estas palavras, sim, mãe, hei-de fingir que
não escrevi estas palavras, e tu hás-de fingir que não
as leste, somos assim, mãe, mas eu sei e tu sabes.
José Luís Peixoto, in "A Casa, a Escuridão"
mãe, tenho pena. esperei sempre que entendesses as palavras que nunca disse e os gestos que nunca fiz.
sei hoje que apenas esperei, mãe, e esperar não é suficiente.
pelas palavras que nunca disse, pelos gestos que me pediste
tanto e eu nunca fui capaz de fazer, quero pedir-te
desculpa, mãe, e sei que pedir desculpa não é suficiente.
às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo,
a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia
mais bonita que tenho, gosto de quando estás feliz.
lê isto: mãe, amo-te.
eu sei e tu sabes que poderei sempre fingir que não
escrevi estas palavras, sim, mãe, hei-de fingir que
não escrevi estas palavras, e tu hás-de fingir que não
as leste, somos assim, mãe, mas eu sei e tu sabes.
José Luís Peixoto, in "A Casa, a Escuridão"
Encontro com José Viale Moutinho
A Biblioteca escolar propõe um
encontro, no dia 10 de Maio, com o escritor José Viale Moutinho para a
apresentação de uma das suas últimas obras "Primeira Linha de Fogo",
no espaço da Biblioteca Municipal de Gouveia.
O escritor nasceu no Funchal no ano de 45.
Escritor e jornalista no Diário de Notícias. Autor de uma vasta obra nos
domínios da literatura e história. Traduzido em várias línguas, recebeu
diversos prémios literários e de jornalismo. Participou no movimento
português da Poesia Experimental. Tem realizado investigações sobre a vida e a
obra de alguns escritores portugueses.
Para informações mais detalhadas sobre a obra e vida do autor clique aqui
Para informações mais detalhadas sobre a obra e vida do autor clique aqui
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Abril sempre...
«Com liberdade, flores, livros e lua quem não seria inteiramente feliz?»
(Oscar Wilde)
«A liberdade começa onde acaba a ignorância.»
(Victor Hugo)
No 25 de abril, boas leituras, sinta a brisa de liberdade...
(Oscar Wilde)
«A liberdade começa onde acaba a ignorância.»
(Victor Hugo)
No 25 de abril, boas leituras, sinta a brisa de liberdade...
Abril outra vez...
Muitos foram os poetas que cantaram os ideais de abril. O 25 de abril foi, sem dúvida, marcado por uma tradição de poesia de resistência, de oposição à ditadura .
Nos dias 24 e 26 de abril, a BE propõe a realização de sessões de poesia que evocam alguns dos poemas/poetas mais emblemáticos de abril. Algumas delas bilingues (Português/ Espanhol).
"...Eu sou português
aqui
o português sem mestre
mas com jeito.
Eu sou português
aqui
e trago o mês de Abril
a voar
dentro do peito."
Eu sou português aqui
Obras de José Fanha
"Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo."
Sophia de Mello Breyner
Algumas canções de abril (clica aqui)
Nos dias 24 e 26 de abril, a BE propõe a realização de sessões de poesia que evocam alguns dos poemas/poetas mais emblemáticos de abril. Algumas delas bilingues (Português/ Espanhol).
"...Eu sou português
aqui
o português sem mestre
mas com jeito.
Eu sou português
aqui
e trago o mês de Abril
a voar
dentro do peito."
Eu sou português aqui
Obras de José Fanha
"Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo."
Sophia de Mello Breyner
Algumas canções de abril (clica aqui)
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Dia mundial do livro e dos direitos de autor
«Leio e estou liberto. Adquiro objectividade. Deixei de ser eu e disperso. E
o que leio, em vez de ser um trajo meu que mal vejo e por vezes me pesa, é a
grande clareza do mundo externo, toda ela notável, o sol que vê todos, a lua
que malha de sombras o chão quieto, os espaços largos que acabam em mar, a
solidez negra das árvores que acenam verdes em cima, a paz sólida dos tanques
das quintas, os caminhos tapados pelas vinhas, nos declives breves das
encostas.»
Fernando Pessoa - Bernardo
Soares, Livro do Desassossego.
Qual é o instrumento que serve para aprofundar o nosso
autoconhecimento e o conhecimento que temos dos outros? Esse instrumento é a
leitura, ou seja, são os livros. Melhor ainda, é a capacidade de extrair
ideias, através da leitura.
No dia a 23 de abril comemora-se o “Dia Mundial do
Livro e do Direitos de Autor".
Esta data foi escolhida para honrar a velha tradição
catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa
vermelha de São Jorge (Saint Jordi) e recebem em troca, um LIVRO.
A Biblioteca Escolar, em colaboração com a área
disciplinar de português, assinala na terça-feira, 23 de abril, o Dia Mundial
do Livro e dos Direitos de Autor com uma nova edição da iniciativa “Toma lá da
cá”.
O evento, que decorrerá entre as 10h00 e as 18h00 no
átrio da escola, consiste na troca de livros usados entre leitores, sendo
aberto a toda a comunidade.
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